📰 Notícia: Número de mulheres que adotam o sobrenome do marido no casamento em São Paulo cai mais de 35%.

 

Desde a publicação do Código Civil de 2002, que permitiu aos noivos adotarem o sobrenome do outro no matrimônio, o número de mulheres que adotam o sobrenome do marido em São Paulo tem diminuído. Em 2002, 82,2% das mulheres adotavam o sobrenome do marido, mas em 2022, apenas 39% escolhem essa opção. Em vez disso, casais paulistas têm optado cada vez mais por manterem os nomes originais de família.

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🤝 Maior igualdade entre os gêneros

 

Segundo Gustavo Renato Fiscarelli, vice-presidente da Associação dos Registradores de Pessoas Naturais do Estado de São Paulo (Arpen/SP), essa mudança reflete a busca por maior igualdade entre os gêneros na sociedade. As mulheres estão deixando de estar submissas aos maridos e assumindo um papel de protagonismo na vida civil.

 

💕 Escolha preferencial dos futuros casais

 

A tendência de manter os nomes originais de família vem se acelerando ao longo dos anos. Desde a edição do atual Código Civil, houve um aumento percentual de 34,6% nessa escolha. Em 2022, 39,3% dos casais optaram por manter os sobrenomes de família.

 

🤵👰 Mudança de sobrenome

 

A novidade introduzida pelo atual Código Civil brasileiro, a possibilidade de adoção do sobrenome da mulher pelo homem ainda não é muito comum na sociedade. Representando em 2022 apenas 0,7% das escolhas no momento do casamento em São Paulo. Já a mudança dos sobrenomes por ambos os cônjuges no casamento representou, em 2022, 7,2% das escolhas.

 

💡 Reflexão

 

Essa mudança nos casamentos em São Paulo reflete a busca por maior igualdade entre os gêneros na sociedade. É importante lembrar que a escolha do sobrenome no casamento é uma questão pessoal e deve ser feita de forma consciente. Independentemente da escolha, é fundamental que homens e mulheres tenham igualdade de direitos e oportunidades em todas as áreas da vida.

 

Marcos Xavier

Jornalista do Povo