As aulas nas escolas públicas voltaram essa semana em Lençóis Paulista. E depois de tanto tempo sem aula, seja pelas próprias férias escolares habituais ou pelas paralizações em decorrência da pandemia, as coisas voltaram meio que bagunçadas, segundo relato de muitos pais e mães de alunos.

 

O mais grave nesse retorno às aulas, segundo postagens em redes sociais e grupos de WhatsApp, ocorreu nesta sexta-feira, 4, na escola EMEIF Maria Tereza da Silva Coelho Jacon que fica no bairro do Caju, onde uma mãe, entregou seu filho de apenas 4 anos no portão da escola, para aula, e no horário que voltou para buscar seu filho, ninguém sabia do seu paradeiro. A escola foi vasculhada pela mãe e funcionários e ele não estava na escola, depois de todo desespero e vários minutos, um perueiro devolveu a criança que havia retirado da escola por equívoco. Imagine o desespero da mãe, ao ouvir de quem deveria zelar pelo seu filho na escola de que a criança não estava lá e nem tinha visto a criança.

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Outros tantos problemas foram relatados por pais e mães de alunos da rede pública, um outro absurdo, aconteceu com crianças que estavam matriculadas com meses de antecedência no período da tarde na escola municipal Eliza Pereira de Barros, e há apenas dois dias de começar as aulas, os pais foram notificados que por razão de haver apenas 17 alunos matriculados para determinada sala, quando o mínimo necessário são 20, para que não haja apontamento do Tribunal de Contas, as crianças foram transferidas para o período da manhã. O que causou muitos problemas para os pais, que já tinham se organizado em família, a responsabilidade de quem levaria e buscaria os filhos na escola, e outros tinham inclusive contratado perueiro e matriculado seus filhos em outras atividades no período da manhã, e tiveram que se reorganizar devido a falta de organização e planejamento dos responsáveis pela escola, que em momento algum, avisou os pais no ato da matrícula sobre essa questão.

 

Também houve relatos de problemas com falta de álcool em gel a disposição dos alunos, tantos nas escolas municipais como estaduais, além de medidores de temperatura ‘loucos’, pois marcavam 24 ... 28 ... 30 graus a temperatura das crianças, que se fosse verdade, a temperatura, estariam com hipotermia.

 

Lendo assim, esse conteúdo, pode aparentar que só queremos criticar, mas na verdade, é que houve tanto tempo para se preparar as aulas, se organizar, testar equipamentos, instruir funcionários, em especial a entregar as crianças apenas aos responsáveis que a própria escola exige que seja especificado e nomeado no ato da matrícula, e que por fim, na verdade e na realidade, é só papel e discurso. Na prática é uma desorganização, que vai se arrumando aos trancos e barrancos. Para uns políticos, problemas existem para serem resolvidos, mas fato é que faltou competência e planejamento para serem evitados.

 

E que comece o mimimi... no mais ... Deus nos abençoe e proteja nossos pequeninos de tanta irresponsabilidade. Vou usar uma frase tão conhecida ... Mais amor, menos desamor, por favor. Sempre!

 

OBS: Encaminhamos o áudio de desabafo, da suposta mãe da criança que sumiu da escola,  ao prefeito Anderson Prado de Lima, o qual prontamente nos informou, que apurará pessoalmente o que aconteceu e tomará ás devidas providências.

 

Marcos Xavier

Jornalista do Povo

Bom ... escrevi ... não pretendo editar ... pq quando se eu rever, acabo desistindo de falar muita coisa ... e erros vão ter sempre, da minha parte...  em especial de concordância ... semântica ... menos de caráter. Abs!