Famílias atingidas pelas chuvas em Juiz de Fora e Ubá, em Minas Gerais, já podem avançar no processo para receber o Auxílio Reconstrução, no valor de R$ 7,3 mil por família. A liberação do pagamento depende da validação das informações cadastrais no Portal do Cidadão.

A etapa deve ser realizada pelo responsável familiar indicado no cadastro feito pelas prefeituras. A confirmação dos dados é obrigatória e permite a continuidade do processo até o pagamento do benefício.

No portal, o cidadão pode conferir as informações enviadas, confirmar os dados e acompanhar o status do cadastro, verificando se foi aprovado ou se há pendências. A expectativa é que os primeiros pagamentos sejam realizados nos próximos dias, após o processamento das informações pela Caixa Econômica Federal.

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Como confirmar os dados

Para concluir a validação, o responsável deve:

  • Acessar o Portal do Cidadão 
  • Fazer login com a conta Gov.br
  • Conferir os dados da família
  • Confirmar as informações no sistema

Após a confirmação, o pedido segue para análise e liberação do pagamento pela Caixa.

Atendimento e suporte

Em caso de dificuldades de acesso, como problemas com senha ou conta Gov.br, o cidadão pode utilizar o chat de atendimento disponível no Portal Gov.br, na opção “Auxílio Reconstrução MG”.

Se houver erros ou pendências no cadastro, é necessário procurar atendimento presencial no município. Em Juiz de Fora, o serviço é feito nas unidades do DIGA. Já em Ubá, o atendimento ocorre na Secretaria Municipal de Desenvolvimento Social.

Sobre o auxílio

O Auxílio Reconstrução é um benefício emergencial pago em parcela única para famílias que sofreram perdas materiais devido às chuvas. O valor pode ser usado livremente, inclusive para compra de móveis, eletrodomésticos ou materiais de construção.

O processo para liberação envolve três etapas: cadastro pelas prefeituras, análise das informações e validação pelo cidadão. O pagamento é feito pela Caixa em conta poupança social digital aberta automaticamente em nome do beneficiário.

FONTE/CRÉDITOS: Wellton Máximo – Repórter da Agência Brasil